Feder debate inclusão e acessibilidade no Papo de Redação

16/06/2017 15:06

O Jornalista João Batista, a convite da presidente da Feder, Telma Araújo, participou nesta terça-feira 13, do "Papo de Redação", um dos programas com maior indice de audiência da história do rádio rondoniense. Aos radialistas conhecidos carinhosamente por "Dinossauros" foi apresentado informações sobre a Feder e sua atuação no estado de Rondônia e contexto da pessoa portadora de necessidades especiais.

 

A pauta foi solicitada e abordada por Beni Andrade, teve intervenções pontuais de Everton Leoni e Sérgio Pires, onde se falou de emprego, saúde, acessibilidade e mobilidade urbana, levantando temas como situação de calçadas, rampas, transporte coletivo e atendimento dos taxistas aos usuários com deficiência motora.

 

Em resposta aos qquestionamentos, o entrevistado, disse que: Em relação ao emprego e qualificação profissional, a Feder e sua diretoria tem feito muito para os cidadãos, buscando parcerias empresariais, junto a instituições como a Fiero e o Ministério Público, os Cine estadual e municipais.

 

Do tema  saúde, no intervalo, os presentes falaram sobre atendimento universal, atenção aos diabéticos, conversa que levou a acessibilidade nas construções como a Policlínica Osvaldo Cruz (POC), na capital, citada como referência em melhorias aos pacientes com deficiência.

 

Focando em mobilidade urbana, o entrevistado, que salientou ser cego total, disse que as calçadas, são realmente um problema e de grande preocupação, mas, não é só dever dos municípios, que não tem obrigação de fazer e sim, de fiscalizar, que acredita ser um dever de casa, de educação com o social, e que tem encontrado melhorias por onde anda e nas informações que recebe, fazendo ainda uma mea culpa, como empresário, dizendo procurarentender os estacionamentos de carros, motos e bicicletas que incomodam, já que estão em áreas nobres e de alto custo para garagens; momento em que Everton Leoni colocou a pergunta de serem os empresários, os únicos responsáveis por não ter estas facilidades, citando as residências urbanas que tem suas frentes mal cuidadas.

Respondendo a Everton, o entrevistado, concordou com a obrigação dos residentes e proprietários terem o dever, sim de manter as calçadas acessíveis, mas, sua referência as frentes comerciais, devem se ao fato de estarem em vias de grande movimento e de número de transeuntes com baixa mobilidade.

 

"No que se refere ao transporte coletivo, até onde tenho notícia, em Porto Velho e Ji-Paraná, a situação é precária, em comparação com cidades de outros estados, citando Londrina no Paraná, onde a frota temais de 300 ônibus, oferecendo grande acessibilidade e conforto aos usuários". Respondeu o convidado a pergunta de Beni Andrade.

 

Sobre o sistema de táxis, o jornalista se reportou ao que conhece da capital, dizenndo que não tem informação de colegas cadeirantes, de mal atendimento, frisando uma frota aparentemente adequada, e com condições de serem renovadas com isenções de impostos disponibilizados a categoria.

 

O último tema abordado, foi a inclusão, quando entrevistado relatou um projeto que a Feder participou, em que a secretária executiva, Maria das Graças, e a presidente Telma Araújo, convocaram diversos associados a colaborarem com a empresa Locmaq, na criação de um inovador sistema de sanitários públicos, estes instalados em conteiner, climatizado e adaptados a pessoa portadoras de necessidades especiais.

"As informaçoes recentes obtidas com o empresário Henrique de Holanda, criador do banheiro público especial,mostram que a empresa já tem unidades prontas para locações, e espera em breve, estar instalando em feiras e ebentos abertos, promovendo assim a inclusão e resgatando direitos sociais". Finalizou João Batista.


Fonte: Notícia Na Hora